Mais conhecido pelo personagem Taz, o diabo-da-Tasmânia é um mamífero do tipo marsupial típico da Oceania. Ele come em torno de 40% do seu peso por dia, além de que possui uma mordida muito forte. Conheça fatos curiosos sobre o diabo-da-Tasmânia que você nem imaginava.

 

Dasyuromorphia é uma ordem de marsupiais carnívoros que inclui o diabo-da-Tasmânia e o tigre-da-Tasmânia, ambos típicos da Oceania. Os dausirídeos são animais de pequeno porte e corpo alongado. São em sua imensa maioria carnívoros.

 

Como o próprio nome indica, o diabo-da-Tasmânia é um mamífero endêmico da ilha da Tasmânia, na Oceania. Existiam diabos-da-Tasmânia na parte continental da Austrália, mas se extinguiram há mais de 3 mil anos.

 

O diabo-da-Tasmânia é o maior marsupial carnívoro existente na Tasmânia. Apesar do porte pequeno, recebeu esse nome por ser um animal extremamente feroz.

 

A alimentação do diabo-da-Tasmânia é constituída de carne de todos os tipos: insetos, anfíbios, peixes, serpentes, aves e pequenos mamíferos. Caso tenha a oportunidade, chega a comer até 40% do seu peso num único dia. Ele também se alimenta de carniça.

 

Apesar de pequeno – em torno de 80 centímetros, do tamanho de um cachorro –, o diabo-da-Tasmânia possui uma mordida capaz de dilacerar os ossos de suas vítimas.

 

O diabo-da-Tasmânia é um animal solitário e de hábitos noturnos. Ele caça e se alimente à noite. Chega a caminhar 16 quilômetros para procurar comida.

 

As fêmeas do diabo-da-Tasmânia tem uma gestação curta: até 22 dias. Depois, os filhotes migram para o marsúpio, onde permanecem por quase três meses.

 

O diabo-da-Tasmânia inspirou o personagem Taz dos desenhos animais, como todos devem saber. Mas o que poucos sabem é que ele é um animal bastante popular na Austrália, sendo escolhido como símbolo do Serviço de Parques e Vida Selvagem da Tasmânia.

 

A maior ameaça ao diabo-da-Tasmânia é uma doença neoplásica que deforma o rosto do animal. Em outras palavras, trata-se de um tumor facial transmissível que começa pela boca, atinge todo o rosto e migra para o restante do corpo. Os animais normalmente morrem por inanição, por se sentirem incapazes de comer.

 

O tigre-da-Tasmânia foi o maior marsupial dos tempos modernos. Apesar do nome, ele tinha a aparência de um cão. Ele recebeu esse nome por causa das listras em seu dorso.

 

O último tigre-da-Tasmânia morreu no zoológico de Hobart, na Tasmânia, em 1936. Exemplares empalhados e mantidos em líquidos conservantes ainda são preservados por algumas instituições de pesquisa.

 

A ciência estuda a possibilidade de clonar diversas espécies extintas, como o mamute, o dodó (uma espécie de ave das Ilhas Maurício, um país insular do oceano Índico) e o tigre-da-Tasmânia. Não é uma tarefa fácil, uma vez que o DNA do animal “estraga” com o tempo. A espécie com maior chance de ser clonada é o tigre-da-Tasmânia.

 

Fontes: Wikipédia, Mega Curioso, Mil Bichos, UOL, G1.

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