Pierre-Auguste Renoir nasceu na cidade francesa de Limonges, em 1841, e faleceu em Cagnes-sur-Mer, também na França, em 1919. Foi um dos principais pintores do movimento impressionista, que mudou para sempre a história da arte. Percorra as linhas a seguir e descubra algumas curiosidades sobre a sua vida e seu legado.

 

Renoir é pai do cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), famoso por filmes como A Regra do Jogo, A Grande Ilusão e A Besta Humana.

 

Nem todos os seus admiradores sabem, mas Renoir possuía um grande talento para o canto. Chegou a frequentar aulas de música, mas teve que abandoná-las em virtude da situação financeira precária da família.

 

Frequentou a escola de belas artes, onde conheceu talentos como Claude Monet e Alfred Sisley, mas novamente em virtude da sua situação financeira precária, tinha dificuldade até para comprar tintas.

 

Pintou várias paisagens, mas sua obra é conhecida por retratar a vida social urbana. Seu quadro mais famoso é Le Moulin de la Galette.

 

Amigos quase inseparáveis, Claude Monet e Auguste Renoir chegaram a pintar juntos. E foi em parceria com pintores como Éduard Manet, Edgar Degas e Camille Pissarro, entre outros, que fundaram o movimento que mais tarde seria chamado de Impressionismo.

 

Entre as principais características da pintura impressionista estão as figuras sem contornos nítidos, pinceladas fortes e a grande preocupação com as tonalidades da luz no momento em que a obra estava sendo pintada.

 

A primeira exposição coletiva de Renoir e o seus amigos impressionistas foi motivo de chacota e zombaria tanto da parte da crítica quanto da parte do público.

 

Na época da primeira exposição o grupo se chamava Sociedade Anônima dos Artistas, Pintores, Escultores e Gravadores. O nome é um pouco longo em comparação com o termo Impressionista, surgido a partir de uma crítica feita a um quadro de Monet chamado Impressão: Sol se Levante

 

Renoir só viria a se casar depois dos 40 anos. Sua noiva chamava-se Alice Charigot. Mas antes dela, teve um relacionamento ardoroso com a Lise Tréhot. Ambos era muito jovens quando se conheceram. Lise posou para quadros de Renoir pelo menos 20 vezes. Apesar da forte relação entre ambos, ela acabou se casando com outro homem.

 

Durante uma visita à Itália, foi apresentado ao alemão Richard Wagner, que também passava uma temporada por lá. Um amigo em comum propôs que fizesse um retrato do compositor, mas Renoir teve apenas 35 minutos para concluí-lo (detalhe: ele não apreciava muito a obra de Wagner). E o que aconteceu foi que nenhum dos dois gostou da tela e ficou por isso mesmo.

 

Apaixonado pela pintura, Renoir fez de tudo para não abandonar o seu ofício. Mesmo numa cadeira de rodas na velhice continuou pintando. E mesmo acometido pela artrite, fez questão de amarrar um pincel em sua mão para continuar cuidando das suas criações.

 

O Museu de Arte de São Paulo/MASP realizou em 2002 uma exposição com quase 150 obras do artista e outros impressionistas. Chamada de Renoir – O Pintor da Vida, essa exposição teve como destaque o quadro Rosa e Azul, que pertence ao acervo do próprio museu.

 

Fontes: Wikipédia, Coleção Folha Grandes Mestres, UOL Educação.

 

Share: