Um dos maiores compositores de todos os tempos é Wolfgang Amadeus Mozart. Menino prodígio, ele escreveu as suas primeiras peças com menos de 5 anos de idade. Percorra as linhas a seguir e veja algumas curiosidades muito interessantes sobre a sua biografia.

 

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) foi batizado como Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart.

 

O nome Joannes Chrysostomus foi escolhido por seu pai em homenagem ao santo católico São João Crisóstomo.

 

Leopold Mozart, seu pai, trabalhava como segundo mestre de capela da corte do arcebispado de Salzburgo, servindo ao Príncipe-Arcebispo Sigmund von Schrattenbach (na época, Salzburgo era um Estado papal). Leopold era um excelente professor de violino.

 

O apelido de Mozart era Wolferl.

 

Mozart já tocava e compunha peças aos 4 anos. Aos 5, deu seu primeiro concerto público. Aos 6, fez sua primeira turnê pela Europa.

 

Outra informação que atesta a genialidade de Mozart: ele falava francês, inglês, italiano e conhecia as regras da língua latina aos 15 anos.

 

Mais uma: relatos de pessoas que conviveram com Mozart afirmam que ele era capaz de tocar um piano com um pano cobrindo as teclas.

 

Mozart nasceu em Salzburgo, Áustria, cidade cujo centro histórico é considerado Patrimônio Mundial da Unesco. Uma das principais atrações turísticas da Salzburgo moderna é a Mozartplatz (Praça Mozart), que abriga um momento ao gênio de música. Outras atrações ligadas a Mozart são o local de nascimento e a casa onde ele viveu.

 

A turnê europeia do pequeno Mozart com o pai Leopold e a irmã Anna durou cerca de 4 anos. As viagens e as longas apresentações deixavam o menino exausto. Mozart chorava, dizia sentir falta da mãe e pedia para brincar. O trauma de não ter tido infância fez com que o gênio fosse um eterno “crianção”.

 

Conta-se que, certa vez, após ouvir uma peça religiosa do compositor italiano Gregório Allegri, Mozart transcreveu-a de memória. O detalhe é que o acesso à partitura era restrito, ninguém podia vê-la e muito menos copiá-la.

 

Mozart gostava de dança, esgrima, montar cavalos e animais de estimação. Além de cães, ele tinha um canário – animal de estimação muito comum na Áustria da sua época.

 

Ao contrário do que muitos imaginam, o compositor Antonio Salieri era um grande admirador de Mozart. A relação entre eles sempre foi cordial.

 

Ao contrário do Mozart do filme Amadeus – em que o compositor era interpretado por Tom Hulce – que dava gargalhadas estrondosas, o da vida real era muito tímido.

 

As causas da morte de Mozart nunca foram inteiramente esclarecidas. Os adeptos de teorias da conspiração sempre acreditaram que ele foi envenenado. Uma das teorias mais aceitas hoje em dia, no entanto, é a de que o gênio austríaco tenha morrido de febre reumática.

 

O corpo de Mozart foi embalado nu em um saco e sepultado num túmulo sem lápide do cemitério São Marcos, em Viena, Áustria. Análises dos despojos desenterrados em 1842 no mesmo local onde Mozart foi sepultado, revelaram que ele tinha uma deformação congênita no crânio, causada pela soldadura precoce dos ossos da fronte.

 

Mozart teve 600 composições catalogadas.

 

Uma curiosidade um tanto bizarra: existe uma companhia japonesa que vende bananas com a marca Mozart. Segundo a Toyooka Chuo Seika, as bananas passam uma semana numa câmara para serem amadurecidas ao som do compositor austríaco antes de serem comercializadas.

 

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