Você sabia que o maior país da América Central é a Nicarágua? Sabia também que o nicaraguenses adoram beisebol? Veja nas linhas abaixo algumas curiosidades e fatos muito interessantes sobre a geografia, a população e os costumes da Nicarágua.

 

A Nicarágua é o maior país da América Central em extensão territorial.

 

A origem do nome Nicarágua é incerta, mas suspeita-se que seja indígena. Nicarágua pode significar “aqui junto a água”.

 

A maior parte da população (69%) nicaraguense é formada por mestiços de índios com brancos.

 

A capital nicaraguense chama-se Manágua. Ela foi fundada em 1819 com o nome de Leal Villa de Santiago de Managua. Um detalhe: Manágua é também o nome de um lago ao norte da cidade.

 

A moeda nicaraguense chama-se córdoba.

 

A ave símbolo da Nicarágua é o guardabarranco, um pequeno pássaro com duas penas na calda que lembram raquetes.

 

As cidades mais populosas do país são, pela ordem: Manágua, León, Masaya, Tigitapa e Chinandega.

 

Que futebol que nada! O esporte mais popular da Nicarágua é o beisebol.

 

A bebida típica é o pinolillo, uma bebida feita com milho, cacau, canela e outros ingredientes.

 

O principal destino turístico do país é Granada, uma cidade com edifícios em estilo colonial situada às margens do lago Cocibolca.

 

O lago Cocibolca é também chamado de lago Nicarágua. É o segundo maior lago da América Latina, atrás apenas do lago andino Titicaca.

 

O lago Cocibolca/Nicarágua é o habitat do único tubarão de água doce do mundo.

 

No total, a Nicarágua possui nove grandes lagos. Não é sem motivos que é chamada de Terra dos Vulcões dos Lagos.

 

Apesar de possuir uma área menor do que a de muitos estados brasileiros, a Nicarágua é rica em vulcões. Os mais conhecidos são o San Cristobal, o Telica, o Concepción, o Mombacho, o San Jacinto e o Maderas.

 

Um dos maiores projetos de construção do século XXI é o canal que ligará os oceanos Atlântico e Pacífico cortando toda a Nicarágua. Projetado por uma empresa de capital chinês, ele deve ser o segundo canal da região (depois do Canal do Panamá). Os primeiros navios devem atravessá-lo já em 2019.

 

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