De onde veio a palavra virgem? Quais superstições envolvem a virgindade? E como ela é tratada ao redor do mundo? Descubra algumas informações e curiosidades sobre a virgindade nas linhas as seguir.

 

A palavra virgem veio do latim virgo, que significa “mulher jovem”. Como é possível perceber, ela possui gênero e foi inicialmente utilizada para o fato de que questões sobre a virgindade devem envolver unicamente as mulheres.

 

A palavra grega para virgem é “parthenos”. Detalhe: o conhecidíssimo Parthenon grego era um templo dedicado à deusa Atena, a Virgem.

 

Biologicamente falando, virgindade é o atributo de uma pessoa ou animal que nunca teve relações sexuais ou nenhuma inseminação por meios naturais. Nas fêmeas das espécies dotadas de hímen, ela tem muito a ver com o rompimento dessa membrana (lembrando que algumas fêmeas humanas não possuem hímen).

 

Para muitas religiões, sobretudo aquelas de influências tribais, como as abraâmicas, a virgindade está relacionada à não-maculação e à pureza. Maria, mãe de Jesus, por exemplo seria o melhor exemplo de pureza do corpo e da alma uma vez que ela concebeu apenas por intervenção divina, sem ter o seu corpo violado.

 

É evidente que varia de país para país, mas as pessoas começam a perder a virgindade em média aos 17,3 anos de idade.

 

A pérola foi durante séculos considerada símbolo da virgindade.

 

Algumas flores estão intimamente associadas à virgindade. É o caso do lírio branco, cujos estames servem também como lembretes visuais da concepção.

 

O animal associado à virgindade é o lendário unicórnio, espécie de cavalo com um chifre na testa. De acordo com o mito, somente as virgens podiam domar o unicórnio.

 

Os astecas acreditavam que o abacate possuía um “poder sexual” tão forte que o seu consumo era proibido para as virgens.

 

Chamadas de “vestais virgens”, as antigas sacerdotisas romanas eram obrigadas a manter a virgindade até os 30 anos de idade. Acreditava-se que elas eram capazes de carregar água numa peneira, crença que transformou esse acessório em símbolo de virgindade em muitas culturas.

 

O cinto da castidade foi inventado na Idade Média com o objetivo de impedir que as mulheres se masturbassem ou tivessem relações sexuais. Eles continuaram sendo usados por séculos, mas deixou de ser popular durante o século XX.

 

Testes de virgindade ainda são comuns em cerca de 20 países. No Afeganistão, por exemplo, as jovens acusadas de “depravação” (fazer sexo antes do casamento) são submetidas a um teste para averiguar se o hímen não foi rompido e se não teve nenhum relacionamento com homens desconhecidos.

 

Mulheres que fazem sexo antes do casamento são banidas ou presas em algumas sociedades, mas isso não é o pior. Existem locais onde solteiras acusadas de ter relações sexuais são assassinadas por membros da própria família, normalmente irmãos que alegam que a honra da família foi maculada.

 

É difícil de acreditar, mas existe em algumas regiões da África a crença de que fazer sexo com uma virgem pode curar a AIDS, levando ao estupro de muitas jovens.

 

Acredite se quiser, mas existe uma lei em Cali, na Colômbia, que estabelece que a mãe de uma mulher recém-casada deve acompanhar a noite de núpcias para atestar a perda de virgindade da filha.

 

Fontes: Wikipédia, Segredos do Mundo, Mega Curioso, BOL, Fact Retriever.

 

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