O termo masturbação foi usado pela primeira vez pelo médico e psicólogo britânico Havelock Ellis, em 1898.

 

O sexo solitário/masturbação é, segundo pesquisas, praticado por 90% dos homens e 80% das mulheres. Quem mais se masturba são os adolescentes (meninos, em média 12 vezes por mês).

 

O mito de que a masturbação pode dar cegueira não passa disso: um mito. Também não cria espinhas e muito menos pelos nas mãos.

 

Masturbação demais não causa infertilidade no homem. Isso também não passa de um mito! A quantidade de espermatozoides diminui bastante se ele tiver dois orgasmos num curto período de tempo. Mas basta dar um tempinho maior para o organismo produzir mais espermatozoides.

 

O boato de que a masturbação ajuda a combater a insônia pode estar correto. Ela funciona como um excelente relaxante, liberando dopamina no corpo e ajudando a recuperar o sono.

 

A masturbação é benéfica para a saúde. Além de evitar fungos genitais, ela previne doenças como a endometriose na mulher.

 

Uma pesquisa desenvolvida por cientistas australianos revelou que quanto mais o homem se masturbar entre os 20 e 50 anos, menores serão as chances dele desenvolver câncer de próstata.

 

É possível ter orgasmo sem estimular os órgãos sexuais? Não só é possível, como é bastante comum. O orgasmo pode ocorrer, por exemplo, durante a estimulação de partes do corpo como a pele e os mamilos. Pode ocorrer também durante sonhos eróticos.

 

Durante a ejaculação, o esperma sai do pênis a uma velocidade de 40 quilômetros por hora e temperatura de 36º Celsius.

 

Em média, uma ejaculação libera de 2 a 5 mililitros de esperma (um pouco menos do que uma colher de sopa).

 

A masturbação é também chamada de onanismo. Tal palavra tem origem na história bíblica de Onã, que ao invés de fazer sexo com a cunhada (Er, o irmão, tinha morrido em circunstâncias não explicadas), “derrama a própria semente no chão”. Não se sabe se Onã interrompeu o coito ou se masturbou, a única certeza é que foi castigado em virtude desse ato.

 

Os gregos e macedônios não chegavam a condenar o ato, mas o masturbador era com frequência alvo de chacota, principalmente na aristocracia. O argumento era de que “se havia escravos, prostitutas e mulheres de classes inferiores, ninguém precisava se masturbar”. A masturbação era coisa de pastores de ovelhas, escravos, pessoas que não tinham acesso a um parceiro.

 

Os romanos encaravam a masturbação da mesma maneira. “Se existia gente para fazer sexo, para que se masturbar?”. A coisa mudou bastante, no entanto, quando a Igreja, sob influência da cultura hebraica, passou a classificar o ato como um pecado mortal.

 

Em 1716, um médico inglês chamado Balthazar Bekker publicou um panfleto condenando a masturbação e alertando para o fato de que ela podia provocar problemas como perturbações estomacais, vômitos, tosse, rouquidão, anemia, dor nas costas, tiques nervosos, amnésia e até suicídio.

 

Masturbar-se em público pode render 14 meses de detenção no Reino Unido. Mas nenhum país é mais severo do que a Arábia Saudita, que pune o ato com três anos de prisão e 300 chibatadas.

 

Fontes: Wikipédia, Fatos Desconhecidos, Mundo Estranho, Superinteressante.

 

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