Anfíbios são uma classe de animais que se caracteriza por possuir duas formas de vida: a fase larval – em geral, aquática – e a fase adulta. Outra característica é a pele úmida e fina. Entre os anfíbios estão o sapo, a rã e a salamandra. Descubra algumas curiosidades sobre esses animais nas linhas a seguir.

 

De origem grega, a palavra anfíbio significa “vida dupla”.

 

A respiração dos anfíbios é do tipo cutânea – ou seja, eles respiram pela pele.

 

Os anfíbio são separados em três ordens: a anura (sapos e rãs), a urodela (tritões e salamandras) e a ápoda (cobra-cega).

 

A maior parte dos anfíbios pertencem à ordem dos anuros, com mais de 5 mil espécies. Em segundo lugar, vem a urodela (500 espécies) e, por último a ápoda (170 espécies).

 

Com cerca de 600, o Brasil é país com maior número de espécies de anuros.

 

Os anfíbios evoluíram de peixes com barbatanas carnudas (parecidas com pernas) e cabeças com formato diferente dos outros peixes há 350 milhões de anos.

 

Os anfíbios adultos são essencialmente carnívoros e se alimentam principalmente de invertebrados. Algumas espécies maiores se alimentam de peixes, aves e outros anuros.

 

Os girinos (sapos e rãs ainda em estado larval) são vegetarianos. Seus principais alimentos são limo e detritos vegetais em suspensão na água. Mas…

 

Existem girinos carnívoros? Sim, girinos de determinadas espécies de alimentam de outros girinos.

 

Anfíbios (os sapos e as rãs, principalmente) são presas de vários animais, principalmente de aves e peixes.

 

As patas traseiras dos anuros são maiores do que o próprio corpo. É por isso que eles conseguem dar saltos tão grandes. Aliás…

 

Você sabia que os anfíbios podem saltar uma distância correspondente a cem vezes o seu tamanho?

 

Os anuros não bebem água (pelo menos como nós, humanos). Eles absorvem a água de que precisam através da pele.

 

Originário do Brasil, o sapo cururu virou praga na Austrália, onde não possui predadores naturais.

 

O maior anuro do mundo é a africana rã-golias, com 35 centímetros e 3,5 quilos, peso equivalente ao de um gato.

 

O menor anfíbio do mundo é o brasileirinho sapo-pulga, com 9,8 milímetros (menor do que uma unha humana).

 

Dependendo da espécie, uma rã fêmea pode por até 10 mil ovos no período de um ano.

 

É possível encontrar anfíbios na copa das árvores.

 

A área da biologia que estuda os anfíbios é chamada de herpetologia.

 

Os anfíbios estão desaparecendo de algumas regiões do planeta. A extinção em massa está preocupando os cientistas. Eles acreditam que o desmatamento, as chuvas ácidas, a destruição da camada de ozônio (que filtra os raios ultravioletas solares) e a poluição dos rios sejam as principais causas do genocídio anfíbio.

 

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