Antes de ser batizado de Amazonas, o maior rio brasileiro era chamado pelos indígenas de rio Icamiabas. O detalhe é que Icamiabas designava as mulheres que viviam sem homens, como as míticas amazonas.

 

O rio Amazonas despeja no oceano Atlântico num único dia mais água do que o rio Tâmisa em um ano. Um dos afluentes do Amazonas, o rio Negro possui mais água do que toda a água doce da Europa.

 

Só para se ter uma ideia quantidade de água doce despejada no Atlântico pelo Amazonas: a salinidade do mar é mais baixa do que o normal até 150 quilômetros mar adentro.

 

Imagens de satélites mostram o crescimento do litoral da Guiana Francesa e do estado do Amapá, no Brasil. A explicação está na quantidade de sedimentos despejados no oceano Atlântico pelo rio Amazonas.

 

Os rios escuros como o Negro são mais bonitos, mas possuem uma água mais ácida e pobre em nutrientes. Por isso, apenas 5% dos peixes comercializados em Manaus vem do rio Negro.

 

Durante as cheias, o rio Amazonas pode chegar a medir 50 quilômetros de uma margem a outra.

 

Ao contrário do que se propaga por aí, o rio Amazonas é o mais extenso do mundo, não o Nilo. O Amazonas supera o Nilo em 140 quilômetros.

 

Entre os afluentes do Amazonas estão alguns rios bem conhecidos dos brasileiros, entre os quais o Negro, o Purus, o Madeira, o Tapajós, o Xingu, o Javari, o Solimões e o Jari.

 

A primeira expedição que subiu o rio Amazonas foi empreendida pelo português Pedro Teixeira, um dos fundadores de Belém do Pará.

 

É possível encontrar tubarões e outros peixes do mar no rio Amazonas. Tubarões já foram vistos 400 quilômetros rio acima.

 

A ilha de Marajó não é uma ilha, mas um arquipélago com cerca de 2 000 ilhas. A área de Marajó é maior do que a Suíça.

 

O maior arquipélago fluvial do mundo é o de Mamirauá, no leito do rio Negro. Acredite se quiser, mas o Mamirauá é formado por mais de 700 ilhas.

 

O segundo maior arquipélago de água doce do mundo também fica na região amazônica e se chama Anavilhanas. Localizado no estado do Amazonas, o arquipélago de Anavilhanas é formado por cerca de 400 ilhas.

 

O maior peixe de água doce do mundo é o Pirarucu, uma espécie típica do Amazonas. Um pirarucu é capaz de atingir até 2,5 metros de comprimento e pesar 250 quilos.

 

A Amazônia engloba uma área de 5,5 milhões de quilômetros quadrados, o que equivale a duas vezes o território da Argentina.

 

Embora possua 60% de sua cobertura em terras brasileiras, a floresta amazônica se estende por vários países sul-americanos: Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana, Guiana Francesa e Equador.

 

Das 483 espécies de mamíferos brasileiros, 324 vivem na Amazônia. Para se ter uma ideia, das 141 espécies de morcegos, 125 voam na região. A Amazônia também possui um terço dos insetos da Terra.

 

Com cerca de 1.622 espécies, a Amazônia abriga metade das aves conhecidas do mundo.

 

Existem na Amazônia 468 espécies de répteis e 517 de anfíbios.

 

A maior parte dos animais da Amazônia pertencem a espécies que habitam a copa das árvores.

 

O menor primata do mundo, o sagui-leãozinho, é nativo da floresta amazônica. Ele tem 15 centímetros e pesa apenas 130 gramas.

 

Acredite se quiser, mas existem em torno de 16 mil espécies de árvores na floresta. Aliás…

 

Acredita-se que 20% do oxigênio do planeta seja fornecido pela floresta amazônica.

 

É difícil de acreditar, mas a floresta amazônica é em parte fertilizada pela areia do deserto do Saara. Levada pelos ventos, ela atravessa o Atlântico e vai parar na América do Sul.

 

Dois em cada três índios brasileiros vivem nas reservas indígenas da Amazônia.

 

Ainda existem tribos indígenas isoladas na região amazônica. Embora cada vez mais raras, algumas nunca tiveram contato com o homem branco.

 

Criado em 1986, o Parque Nacional do Jaú é o terceiro maior parque de floresta tropical do planeta. Só para se ter uma ideia da sua dimensão, o Jaú ocupa uma área maior do que a do estado de Sergipe (22.720 quilômetros quadrados).

 

A cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, recebeu esse nome em homenagem à nação indígena dos Manaós.

 

Belém é conhecida como a cidade das mangueiras. A quantidade de mangueiras impressiona quem vem de fora. Interessante é que a maior parte dos automóveis da capital do Pará tem ou teve a lataria amassada por alguma manga que despencou da árvore.

 

Cerca de 15% da floresta original foi destruída e o governo brasileira estima que esse índice pode chegar a 20% em 2020.

 

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