Furacões, tufões e ciclones são praticamente a mesma coisa. A denominação varia de acordo com a região em que ocorrem. Costumamos chamar furacão quando acontece no Atlântico; tufão quando ocorre no nordeste do oceano Pacífico, e ciclone quando atinge o Pacífico ou Índico. Veja algumas curiosidades sobre esse fenômeno.

 

Os furacões nascem do ar quente sobre o mar e ocorrem principalmente na região do Caribe. Costumam provocar grandes danos nos países caribenhos, América Central, México e sul dos Estados Unidos.

 

Um furacão pode ter até 1.000 quilômetros de extensão. O olho não chega a 20 quilômetros. No furacão, os eventos podem ultrapassar os 300 quilômetros por hora. O olho normalmente é mais calmo.

 

A temporada de furacões ocorre entre o verão e o outono, quando a temperatura das águas do Caribe é mais elevada. Ela termina com a chegada do inverno no hemisfério norte e as águas ficam menos quentes.

 

O país mais atingido por furacões é os Estados Unidos. Há 100 anos atrás, um furacão matou cerca de 8 mil pessoas na cidade de Galvestone, no Texas.

 

A intensidade dos furacões é medida pela escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5. Ela foi criada no final dos anos 60 pelos cientistas norte-americanos Herbert Saffir e Robert Simpson.

 

A primeira pessoa a batizar um furacão com um nome foi um meteorologista australiano, no início do século XX. Ele achou que os fenômenos deviam receber nomes de políticos. Com isso tinha a intenção de mostrar como eles são capazes de “vagar sem rumo, causando grande prejuízo”.

 

O sistema de batismo de ciclones tropicais com nomes próprios existe desde 1950. Ao cria-lo, a Organização Meteorológica Internacional tinha a intenção de diferenciar um do outro para facilitar as orientações e o entendimento por parte do público.

 

A OMI costuma criar seis listas com 21 nomes em ordem alfabética para serem adotados durante a temporada anual de ciclones/furacões. Essas lisas só se repetem a cada seis anos, mas sempre com uma ou outra mudança.

 

Os furacões desaparecem quando diminui a quantidade de vapor d’água que os alimentam. Isso ocorre sobretudo quando eles atingem grandes porções de terra firme ou chegam a águas mais frias.

 

Podem ocorrer vários furacões ao mesmo tempo. Foi o que aconteceu entre o final de agosto e começo de setembro de 2017, quando o Harvey atingiu o Caribe e o sul dos Estados Unidos. Ele mal se dissipou e surgiram outros três simultaneamente: Irma, Katia e José.

 

O furacão mais caro da história dos Estados Unidos foi o Harvey, que atingiu o estado do Texas em agosto de 2017. Ele se transformou em tempestade tropical e estacionou sobre a região provocando chuvas intermitentes. As inundações provocaram prejuízos equivalentes a US$ 160 bilhões.

 

O furacão mais mortífero de que se tem notícias foi o São Calisto, que atingiu o Caribe em 1780. Estima-se que tenha feito 27.500 vítimas fatais. O segundo mais mortífero foi o Mitch, de 1998. Ele matou 18 mil pessoas no Caribe e América Central.

 

O que mais matou nos Estados Unidos foi o Galveston, que atingiu o país há mais de um século. Estima-se que ele tenha matado entre 9 e 12 mil pessoas durante a sua passagem.

 

Já o furacão com maior distância percorrida foi o Ophelia, de 1960. Ele percorreu nada menos que 12,5 mil quilômetros, mais ou menos a distância entre o Brasil e a Rússia.

 

Fontes: Wikipédia, Terra, Mega Curioso, Guia dos Curiosos, BBC Brasil.

 

Share: