Apesar de ser uma Região Administrativa Especial chinesa, Hong Kong possui leis de imigração, alfândega, moeda e sistema legal próprios. Apenas as relações diplomáticas e a defesa são responsabilidade do governo chinês. Descubra algumas curiosidade sobre ela nas linhas a seguir.

 

A maior parte da população é de origem chinesa, sobretudo cantonesa. Também conhecida como Guandong, Cantão é uma das mais prósperas regiões administrativas da China. As principais cidades da região são Guangzhou e Shenzen.

 

Os habitantes de Hong Kong, ou pelo menos a grande maioria, fala um dialeto mandarim chamado cantonês.

 

A região metropolitana de Hong Kong possui uma das altas densidades demográficas do mundo, com 6,2 mil pessoas por quilômetro quadrado. A população é de quase 7 milhões de habitantes.

 

Hong Kong é, ao lado de Singapura e Xangai, uma das regiões metropolitanas asiáticas que mais recebem imigrantes. Além do grande fluxo de chineses oriundos do continente, Hong Kong tem recebido filipinos, indonésios, vietnamitas, tailandeses e, em menor fluxo, coreanos, japoneses, norte-americanos e europeus.

 

Uma curiosidade: a maior parte dos imigrantes filipinos são mulheres. Existem mais de 100 mil filipinas trabalhando como empregadas domésticas em Hong Kong. Outra cidade asiática para onde afluem mulheres das Filipinas é Singapura.

 

O primeiro europeu a aportar na região foi o português Jorge Álvares. Ela, no entanto, foi colonizada pelos britânicos, que estabeleceram uma colônia ali.

 

Hong Kong foi definitivamente (ou quase definitivamente) ocupada pelos britânicos em 1898. A China cedeu o território ao Reino Unido por 99 anos.

 

A região foi disputada pelos britânicos durante a Primeira Guerra do Ópio. A Grã-Bretanha importava chá da China e exportava ópio oriundo da Índia. Quando os chineses resolveram proibir o comércio da substância, recebeu como resposta uma declaração de guerra. O conflito só terminou definitivamente com a Segunda Guerra do Ópio, em 1860, quando os chineses concordaram em “alugar” Hong Kong para os súditos da Rainha Vitória.

 

As conversações para a devolução de Hong Kong para a China começaram em 1982. Ficou estabelecido que Pequim reassumiria o controle da região a partir de 1997 – contanto que mantivesse a autonomia da região. Em 1 de julho de 1997, a China retomou Hong Kong com a promessa de manter “um país e dois sistemas”.

 

Curiosamente, Hong Kong é um dos maiores investidores na China. Só para se ter uma ideia, 118 mil empresas locais investiam na China no ano de 1997.

 

Se fosse um país, Hong Kong seria a trigéssima maior economia e a décima maior entidade de comércio do mundo.

 

Hong Kong é uma das regiões metropolitanas com maior número de arranha-céus do planeta. Quase toda a população reside em prédios. Interessante é que 40% da região é destinada a parques e áreas verdes.

 

Enquanto os ocidentais tem aversão ao número 13, os chineses tem ao 4. Se em alguns países do Ocidente existem edifícios sem o décimo-terceiro andar, em Hong Kong e em outras partes da China continental existem sem o quarto. Em mandarim, a palavra quatro é semelhante à palavra morte.

 

Hong Kong é, ao lado da japonesa Tóquio e da chinesa Xangai, uma das poucas cidades da Ásia a possuir parque e resort da Disneylândia.

 

Existe em Hong Kong uma esteira rolante de 800 metros que permite à população se deslocar pela cidade sem precisar andar. No íngreme bairro do Soho, foi instalada uma escada desse tipo que desde no período da manhã e sobe à noite. É a maior escada rolante à céu aberto do mundo.

 

Um dos lugares mais interessantes de Hong Kong é o Monastério de Po Lin, na ilha de Lantau, de onde se pode apreciar uma das melhores vistas da cidade. Uma observação: A Disneylândia de Hong Kong foi construída em Lantau.

 

Ao visitar Hong Kong, não deixe de apreciar o espetáculo de luzes e cores da cidade, quando as luzes dos edifícios “dançam” em sincronia com uma música de fundo. O espetáculo começa às 8h da noite e dura cerca de 20 minutos.

 

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