Existem cerca de 18 espécies de pinguins, a maioria vivendo nas águas frias do Hemisfério Sul – Antártida, ilhas Subantártidas, sul da Nova Zelândia e sul da África do Sul. Espécies como o pinguim das Galápagos vivem próximo à linha do Equador.

 

Os pinguins possuem várias características físicas que os diferenciam das outras aves, como as asas atrofiadas, as pernas curtas e as cores branca e preta.

 

As membranas das patas e o formato das asas são extremamente úteis na água. Os pinguins são, aliás, exímios nadadores, alcançando velocidade de até 40 quilômetros por hora.

 

Dependendo da espécie, os pinguins podem medir de 40 centímetros a 1 metro de altura. A maior espécie é o pinguim imperador, com a média de 1 metro. A menor é o pinguim azul, com cerca de 40 centímetros.

 

Entre os principais alimentos dos pinguins estão os peixes e os crustáceos. Muitas espécies incluem o plâncton nas suas dietas. O alimento predileto é um pequeno crustáceo chamado krill, um parente do camarão.

 

Quando está caçando, o pinguim imperador pode mergulhar a inacreditáveis 300 metros de profundidade, onde a luz do sol é quase ausente.

 

Os seus maiores inimigos são as orcas, as focas – principalmente a foca-leopardo – e as skuas. Parentes das gaivotas, as skuas costumam roubar o ninho dos pinguins e matar filhotes para se alimentar.

 

Pinguins são aves extremamente fieis. Eles podem passar a vida inteira com o mesmo parceiro.

 

Machos como os da espécie pinguim imperador participam da incubação dos ovos. Assim que botam os ovos, as fêmeas voltam para o mar para se alimentar. A função de chocá-los fica por conta dos machos, que também cuidam dos filhotes durante o nascimento.

 

Os pinguins imperadores chocam os ovos no auge do inverno antártico. Para se proteger de temperaturas que podem alcançar os 60 graus Celsius negativos, os machos se amontoam e se aquecem com a temperatura corporal dos companheiros.

 

A taxa de mortalidade de filhotes é altíssima (apesar dos cuidados dos pais!). Dependendo da espécie e das circunstâncias, ela pode variar de 40% a 80%.

 

Os pinguins que costumam aparecer na costa brasileira são normalmente da espécie pinguim de Magalhães.

 

A diminuição das populações de krills e o aumento da temperatura da água levou a um declínio no número de pinguins na costa oeste da Antártida. A previsão é de que a situação possa se agravar ainda mais com o aquecimento global.

 

Em 2010, os cientistas descobriram na costa do Peru fósseis de uma espécie de pinguim com o dobro do tamanho do pinguim imperador, a maior espécie atual.

 

Foi a marca de geladeiras Kevinator que disseminou o hábito de usar pinguins como peça de decoração na cozinha. Aconteceu na década de 1 950, quando ela começou a mandar bonecos dessa ave para as lojas.

 

Fontes: Agência Estado, BBC Brasil, Wikipédia, Guia dos Curiosos, Mundo Estranho.

 

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