A palavra dinossauro foi criada pelo estudioso de fósseis britânico Richard Owen em 1842. Dinossauros significa “lagartos terríveis” – das palavras gregas deinos “terrível” e sauro “réptil”.

 

Os dinossauros dominaram a Terra por pelo menos 230 milhões de ano. Surgiram no período Triássico e sobreviveram até o fim do Cretáceo.

 

Os dinossauros são classificados em diversos grupos, sendo eles: saurópodes (dinos com bacia de réptil), terópodes (predadores), ceratopsídeos (animais com adornos na cabeça), anquilossauros (dinos blindado e com “porretes” na cauda), estegossauros (com carapaças nas costas) e ornitópodes (com bico de pato).

 

São conhecidos 700 espécies de dinossauros (até o momento, pois novas espécies nunca param de ser descobertas). Os cientistas acreditam que eles não eram exatamente répteis e, por isso, algumas espécies podiam ter sangue quente e vivido em regiões de clima frio.

 

O maior dinossauro que já existiu foi o argentinossauro, que media nada mais nada menos que 45 metros de comprimento e pesava 85 toneladas. Como o próprio nome indica, o argentinossauro foi descoberto na Argentina.

 

O hadrossauro, uma espécie de dinossauro com bico de pato tinha (acredite!!) 960 dentes. Como os dentes eram renováveis, calcula-se que até o final da vida, o hadrossauro pode ter tido cerca de 10 mil dentes.

 

O maior dinossauro carnívoro foi o espinossauro, um animal com aproximadamente 15 metros de comprimento. Recentemente, descobriu-se ser o espinossauro um dinossauro que passava boa parte do tempo na água – uma espécie de crocodilo, vamos assim considerar. Detalhe: o espinossauro era 3 metros mais alto que o tiranossauro.

 

Levando em conta o tamanho da sua cabeça e de seu estômago, os paleontólogos deduzem que um Tiranossauro Rex era capaz de comer até 120 quilos de carne por dia.

 

O mais antigo dinossauro de que se tem notícias é o herrerassauro, que viva no atual território da Argentina.

 

Os primeiros fósseis de dinossauros brasileiros foram encontrados em 1897. Hoje, sabe-se que 22 espécies viviam por aqui, entre eles o abelissauro, o dinonicossauro, o antarctosaurus e o gigantesco titanossauro.

 

Acredita-se que a extinção em massa dos dinossauros tenha sido provocada pela colisão de um asteroide contra a Terra. Ao chocar-se com o planeta, o bólido de 9 quilômetros de diâmetro formou uma imensa camada de pó e gases que impediu a passagem da luz solar durante anos, dizimando ¾ da vida no planeta.

 

Houve quatro grandes extinções em massa antes do sumiço dos dinossauros. Elas ocorreram nos períodos Cambriano, Ordoviciano, Devoniano e Permiano. A extinção dos dinos ocorreu no Cretáceo, há 65 milhões de anos.

 

Depois da extinção dos dinossauros, teve início a era Cenozóica, marcada pelo aparecimento de mamíferos gigantes, provavelmente os ancestrais dos rinocerontes, elefantes, felinos e preguiças de hoje.

 

As aves evoluíram a partir dos dinossauros. A ciência encontrou centenas de fósseis de dinos de penas, provas incontestáveis do parentesco entre os répteis e as aves.

 

A cidade de Sousa, no interior do estado da Paraíba, abriga um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. O motivo: a alta incidência de pegadas de dinossauros. São encontradas nessa região do sertão paraibano pegadas bem preservadas de dezenas de espécies de dinossauros.

 

Uma das regiões mais conhecidas do estado brasileiro do Ceará é a Chapada do Araripe, localizada no sul do estado – divisa com Piauí e Pernambuco. O Araripe é um dos locais mais ricos em fósseis do mundo. Fósseis do que é considerado o maior pterossauro do hemisfério sul foram descobertos lá.

 

Você já ouviu falar na Paleorrota? Pois a Paleorrota é uma área de geoturismo situado no centro do estado do Rio Grande do Sul. É rica em fósseis com idade entre 210 e 290 milhões de anos. Nela, foram encontrados fósseis de guaibassauros (em homenagem à cidade gaúcha de Guaíba), rincossauros, estauricossauros e outras espécies.

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