Qual a origem da Babilônia? Qual o principal centro urbano do império babilônico? Quanto tempo os judeus permaneceram cativos na Babilônia? Descubra nas linhas a seguir um mix de curiosidades sobre o antigo império do rei Nabucodonosor, algumas bem interessantes.

 

O nome Babilônia provém do grego – e, segundo alguns historiadores, do acádio – e significa “porta dos deuses”. Babilônia é uma palavra usada para designar a cidade da Babilônia e o império de mesmo nome.

 

O reino da Babilônia surgiu na antiga Mesopotâmia, uma região entre os rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio (mais propriamente no território do atual Iraque). Um detalhe: Mesopotâmia significa “entre rios”.

 

A Mesopotâmia é parte de uma região por muitos chamada de Crescente Fértil. O Crescente Fértil compreende partes dos atuais Iraque, Síria, Israel, Jordânia e Egito.

 

A Mesopotâmia foi dominada por diversos povos, entre os quais assírios, caldeus, sumérios e babilônios.

 

Os povos que habitavam a Babilônia falavam línguas semitas, um conjunto linguístico do qual fazem parte o hebraico e o árabe.

 

O império babilônico tinha como principal centro urbano a cidade da Babilônia.

 

Os jardins suspensos da Babilônia foram uma das sete maravilhas do mundo antigo. Dizem que teria sido um presente do rei Nabucodonosor à sua esposa. Uma curiosidade muito interessante: eles continham berinjelas, cebolas, pepinos e diversas árvore frutíferas.

 

A Babilônia foi dominada pelo líder persa Ciro II no ano de 539 antes de Cristo, que a transformou em província do seu império. Mais tarde, foi a vez dos macedônios/gregos conquistarem a região.

 

O cativeiro da Babilônia foi a deportação em massa de judeus para a Babilônia, ordenada por Nabucodonosor, o mais poderoso rei babilônico. Consta que tenha durado 70 anos, só terminando com a conquista da região pelos persas.

 

Feitos de tijolos queimados e construídos em forma de pirâmide terraplanada, os zigurates eram templos religioso bastante comuns na Mesopotâmia. Um exemplo de zigurate é o de Marduk, que, acredita-se, tenha influenciado o mito da Torre de Babel.

 

A principal divindade da cidade da Babilônia era o deus Marduk. Outra grande divindade era Ishtar, que tinha o papel de protetora local. Não poderíamos também esquecer de citar Samas, o deus do Sol e da Justiça, representado no Código de Hamurabi.

 

O Código de Hamurabi foi uma compilação de leis escritas aprovadas por Hamurabi, o sexto rei da Babilônia. É a legislação preservada mais antiga de que se tem notícias. O seu ponto principal é a conhecida lei de talião – aquela do “olho por olho, dente por dente”.

 

Acredite se quiser, mas uma das leis da Babilônia dizia que se um paciente for operado e morrer pelas mãos do médico, este deveria ter as suas mãos amputadas.

 

Nabucodonosor foi o rei babilônico que conquistou Israel e tomou a cidade de Jerusalém, levando grande quantidade de judeus cativos. Nabucodonosor é o rei citado no Livro de Daniel, na Bíblia.

 

As supostas ruínas da Babilônia estaria na cidade de Al Hillah, no Iraque. Quanto aos famosos jardins suspensos, ainda existem dúvidas sobre a sua existência.

 

Fontes: Wikipédia, Seu History, Educação UOL.

 

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