Máquinas de vendas automáticas, uma das coisas mais comuns no Japão. Dizem que existe 1 máquina para cada 23 pessoas. E elas vendem de tudo: lámens, ovos, bananas, barras de ouro, gravatas, guarda-chuvas e até calcinhas usadas.

 

Existem refrigerantes nos mais estranhos sabores (e claro que são vendidos em máquinas automáticas): alho, pepino, melancia, acerola, leite e água de salada.

 

Criado por um cidadão japonês nascido em Taiwan, o macarrão instantâneo é bastante consumido no Japão. Existem centenas de restaurantes especializados e, acredite se quiser, até um museu dedicado a esse tipo de alimento.

 

Tóquio é a única cidade do mundo a possuir uma loja especializada em Kit Kat. Embora pequena, ela prende a atenção pela variedade desse produto. É possível encontrar Kit Kat em sabores como abóbora, batata, banana, pêssego, azuki (um tipo de feijão vermelho) e flor de cerejeira.

 

O cardápio do McDonald’s japonês é um dos mais variados do mundo. Os clientes podem experimentar sanduíches de camarão, lagosta, salsicha (o Mac Hot Dog) e ovo cozido. Mas o lanche que chama mais a atenção é o Mega Mac, uma espécie de Big Mac com quatro hambúrgueres.

 

Sashimis exóticos. Alguns restaurantes do Japão servem sashimis de animais abatidos na hora, inclusive lagostas, rãs e tartarugas. Um dos sashimis mais estranhos é o de carne de cavalo. O mais perigoso é o de baiacu, um peixe super venenoso (cortá-lo corretamente exige um longo e exaustivo aprendizado do sushiman).

 

Pessoas tatuadas são vistas com desprezo na sociedade japonesa. Elas podem ser barradas em diversos lugares públicos, inclusive piscinas. O motivo: a tatuagem é associada ao crime organizado.

 

A lotação no metrô de Tóquio chega a ser tamanha nos horários de pico que existem funcionários com a função de empurrar as pessoas para dentro dos vagões (só assim eles conseguem garantir o fechamento das portas). Eles são chamados por lá de oshyias.

 

Milhares de japoneses vivem reclusos, sem sair de seus quartos. Por timidez, depressão ou pressão social eles passam anos sem botar os pés para fora. Essas pessoas são por lá chamadas de hikikomoris.

 

Já pensou em pagar para dormir com uma garota? Não estamos falando de nada que envolva sexo, mas de um serviço em que o sujeito apenas… dorme acompanhado! Ele é chamado de soineya, que tem origem nas palavras soine (dormir junto) e ya (loja).

 

Outro serviço estranho para os brasileiros é o hotel-cápsula. Se você não entendeu direito, o hotel-cápsula é um estabelecimento onde os “quartos” possuem apenas 1 metro de altura por 1 metro de largura. O sujeito nem ao menos consegue ficar em pé, mas tem para sua inteira disposição uma cama para pernoitar confortavelmente. Aliás…

 

Dormir durante o trabalho não é só comum, como é elogioso para os japoneses. Eles veem isso como sinal de dedicação. Outra coisa: os japoneses tiram soneca em tudo quanto é lugar. O detalhe é que, como um povo que trabalha bastante, eles parecem estar sempre cansados (observe a foto acima).

 

Acredite se quiser, mas as ruas japonesas não possuem nomes e as casas e edifícios não tem número.

 

Não existe andar térreo no Japão. Os edifícios começam sempre pelo primeiro andar.

 

Já pensou em escovar os dentes com um creme dental de carvão? Muitos japoneses escovam. É possível encontrar nas prateleiras do país pastas de dente nos sabores mais incríveis e exóticos possíveis: wasabi, chá verde, Coca-cola, berinjela e o citado carvão – que é propriamente carvão de bambu. De acordo com os fabricantes, esse tipo de creme dental elimina o mal-hálito e tem ação “branquedadora”.

 

Por falar em dentes, que tal fazer uma visita ao consultório da Hello Kitty? Localizado em Tóquio, esse consultório odontológico possui papéis de paredes, quadros, objetos decorativos e até janelas que lembram a gatinha. A pia é em forma de consultório e as paredes, todas em cor-de-rosa. Segundo o seu proprietário, a decoração ao estilo Hello Kitty ajuda adolescentes e criança a relaxar. Faz sentido.

 

E já que falamos em dentes, uma das últimas modas no Japão são os dentes tortos. A moda pegou tanto que muitos japoneses com os dentes perfeitos fazem questão de procurar o dentista para entortá-los.

 

E já que falamos em moda, ninguém ligará se você sair de pijama na rua. Os japoneses respeitam muito os gostos alheios e nada dizem sobre o sujeito que está vestido como personagem de animê no metrô. Roupas exóticas e modos de vestir excêntricos são encarados sem preconceitos;

 

Comuns no Japão, as mojin hambai são bancas de legumes e verduras onde os vendedores dispõem os produtos com os seus devidos preços ao lado de uma caixa para depositar o dinheiro das vendas. Nada de anormal se não fosse por um detalhe: não há vendedores. As pessoas escolhem o produto, deixam o dinheiro na caixa e vão embora. No final do dia, o dono da banca volta para recolher os produtos que não foram vendidos e o dinheiro.

 

As ruas de Tóquio e demais cidades japonesas são extremamente limpas. É difícil encontrar uma sujeirinha no chão, ainda que seja uma bituca de cigarro. Os brasileiros que visitam o país ficam impressionados. Mas impressionante mesmo é saber que muitos lugares não possuem lixeiras, nem varredores de rua. As pessoas simplesmente levam o lixo para casa para depositá-lo em local correto.

 

As escolas não possuem faxineiras. A responsabilidade pela limpeza das salas de aula, pátios e banheiros fica inteiramente com os estudantes. Com isso, eles aprendem a trabalhar em grupo e a manter o ambiente que frequentam limpos. Mais: a merenda é servida na sala de aula pelos próprios estudantes.

 

Outra coisa que deixa os brasileiros abismados: objetos perdidos são facilmente recuperados. Se você esquecer a carteira no balcão de uma loja e só perceber horas depois, encontrará o objeto com algum funcionário. Eles guardam o pertence para devolver ao verdadeiro dono. Carteiras encontradas na rua são entregues à polícia para que ela possa localizar o dono e devolvê-la.

 

Os campeonatos de choros de bebê atraem milhares de curiosos. Só é permitida a participação de crianças com menos de um ano. Durante a competição, elas são erguidas por lutadores de sumô para que chorem. Se os competidores ficarem quietos ou começarem a rir, o juiz coloca uma máscara para assustá-los. Ganha a criança que fazer o berreiro mais ensurdecedor.

 

Não é de hoje que os japoneses são considerados excêntricos. Motivos para tanto não faltam. Veja esse exemplo: até o século XVI, os campeonatos de puns eram comuns no país. O sujeito que apresentasse o ritmo mais regular de flatulências eram premiado com arroz para alimentar a família até o próximo concurso.

 

Existe no Japão um santuário chamado Tagata Jinja, que todos os anos promove uma procissão em que os devotos carregam a imagem de um pênis gigante. As pessoas chegam a fazer oferendas ao órgão genital. Detalhe: o ritual possui uma tradição de mais de 1.500 anos.

 

As comemorações do Ano Novo duram três dias. Além de reunir os parentes para compartilhar em família a primeira refeição do ano, muitos japoneses (principalmente os mais velhos) fazem questão de visitar o palácio imperial para acompanhar a saudação de Ano Novo do imperador. As lojas só fecham no primeiro dia, voltando a abrir nos dias seguintes.

 

Acredite se quiser, mas muitas palavras do idioma japonês possuem origem portuguesa. Alguns exemplos: botan (botão), buranco (balanço), joro (jarro), juban (gibão), karuta (carta), Kappa (capa), Konpeito (confeito), kirisutan (cristão), oranda (Holanda), orugan (órgão), pan (pão), shabon (sabão) e tabako (tabaco).

 

Fontes: Wikipédia, Japão em Foco, Made in Japan, Guia da Semana.

 

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