Um dos locais mais animados durante a Idade Média eram os cemitérios. Qual problema odontológico era resolvido com a extração do dente. As sanguessugas eram utilizadas em tratamentos médicos. Descubra alguns hábitos estranhos, bizarrices e curiosidades sobre o dia a dia do homem comum na Idade Média.

 

A imprensa era praticamente inexistente durante esse período. Quem controlava o saber era a igreja. As bibliotecas dos mosteiros eram abastecidas por livros copiados à mãos pelos próprios monges, que exerciam essa atividade por até 18 horas seguidas.

 

As casas dos camponeses eram bastante pequenas. Possuíam apenas um cômodo, onde dormia toda a família. Pai, mãe e filhos dividiam muitas vezes a mesma cama. A fumaça da fogueira ou forno utilizado no preparo das refeições tornava o ar irrespirável.

 

Na mesa, as pessoas comiam normalmente com as mãos. Até o início da Idade Moderna, era comum que os convidados de um jantar levassem facas de casa para cortar o alimento.

 

Preparar o pão com cereais velhos era bastante comum. Por sinal, quando consumido, o fungo esporão-do-centeio, presente nos cereais, costumava deixar as pessoas bem chapadas. O seu efeito no organismo era o mesmo do LSD.

 

Vasos sanitários eram praticamente inexistentes, a não ser nas propriedades dos mais ricos. Os camponeses costumavam fazer suas necessidades ao relento.

 

As pessoas dormiam nuas. Quer dizer, nem tão nuas assim: elas usavam gorros para se protegerem do frio. Marido, mulher, filhos e mesmo as visitas compartilhavam o mesmo leito.

 

As roupas passavam de irmão para irmão. Quando precisavam de vestes novas, as pessoas simplesmente compravam o tecido e pediam que um alfaiate fizesse a roupa. Os mais ricos até que conseguiam andar na moda, mas os pobres…

 

A medicina era quase inexistente. Quem normalmente fazia cirurgia era o barbeiro. Um dos procedimentos mais comuns era a sangria, tratamento que consistia em retirar o “excesso de sangue” do organismo.

 

Já imaginou um tratamento medicinal com sanguessuga? Pois é, os bichinhos eram utilizados em tratamentos longos, especialmente para aumentar a circulação sanguínea.

 

Não importa qual o problema odontológico, era normalmente resolvido extraindo o dente. Detalhe: ela eram feitas sem nenhum tipo de anestesia – ou seja, eram beeeeeem dolorosas.

 

Caso um cão, touro ou qualquer outro animal matasse alguém, eram julgados e condenados como se fossem seres humanos. A pena mais comum era a de morte.

 

Acredite se quiser, mas um dos locais mais animados era o cemitério. A população passeava, brincava e dançava entre os túmulos. Também era possível fazer compras e participar de diversas cerimônias públicas. Os cemitérios serviam ainda para juízes comunicarem sentenças, padres darem o sacramento, e, claro, alguém ser sepultado de vem em quando.

 

Fontes: Wikipédia, Aventuras na História, Super Interessante, Mistérios do Mundo.

 

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