Berlim não é somente a capital da Alemanha, mas uma das cidades mais dinâmicas da Europa. Possui um polo tecnológico avançado, além de uma intensa vida cultural. Conheça alguns detalhes sobre a sua geografia e descubra curiosidades sobre sua intensa vida cultural nas linhas que se seguem.

 

Com 82 milhões de habitantes, a Alemanha é o país mais populoso da União Europeia. Berlim, a capital, possui em torno de 3,5 milhões de habitantes.

 

A Alemanha já sediou duas Copas do Mundo e duas olimpíadas de verão. A primeira foi realizada em Berlim, em 1936, durante o regime nazista.

 

Berlim é, ao lado de Londres e Paris, uma das cidades mais cosmopolitas da Europa. É possível encontrar pessoas de mais de 190 nacionalidades em suas ruas.

 

Os turcos são os estrangeiros mais numerosos. Aliás, não é difícil encontrar mulheres de véu nas ruas da capital alemã (lembrando que os turcos são em sua esmagadora maioria muçulmanos).

 

Acredite se quiser, mas quase um terço da cidade é constituída de florestas, parques e jardins.

 

Berlim é uma cidade praticamente plana. Uma das melhores maneiras de conhecê-la é, portanto, de bicicleta (não faltam ciclovias por lá).

 

Berlim é uma cidade fria para os padrões brasileiros. A temperatura média no inverno é de 4º Celsius. Mesmo no verão é aconselhável carregar uma blusa ao sair de casa.

 

O símbolo da cidade é um urso. O animal pode ser visto na bandeira e no brasão berlinense.

 

Uma das melhores atrações turísticas da capital alemã são os muros grafitados. É possível encontrar grafites de todos os tamanhos e cores, algum muito bonitos.

 

Um dos lanches mais comuns em quiosques e food trucks da cidade é o kebab, uma espécie de sanduíche de origem turca feito com carnes e vegetais.

 

Os alemães gostam muito de cães. Eles são comuns nas ruas de Berlim. Mas tanto na capital alemã quanto em outras cidades a pessoa deve comprovar na prefeitura que tem condições de cuidar do animal antes de adquiri-lo.

 

Existe em Berlim um museu com uma mostra de cadáveres humanos. Os cadáveres foram preservados através de uma técnica chamada “plastinização”, que permite que fiquem expostos por tempo indefinido.

 

Um dos pontos de atração turística mais interessantes de Berlim é a Museumsinsel – ou Ilha dos Museus –, uma ilha no rio Spree (um rio que atravessa a cidade). Como o próprio nome indica, ela abriga vários museus. Os museus Pergamon, Altes e Neues abrigam alguns dos mais valiosos acervos de arte antiga da Europa.

 

Acredite se quiser, mas Berlim possui 180 museus, 420 galerias de arte, 135 teatros e mais de 5 mil bares (onde você pode encontrar centenas de marcas de cerveja). Foi em grande parte por isso que…

 

Berlim foi escolhida por dois importantes sites de turismo como a cidade mais legal do mundo, na frente de metrópoles badaladas como Londres, Paris, Nova York e Tóquio. Aliás…

 

A indústria criativa – das artes plásticas, cinema, teatro, design e desenvolvimento de softwares – é responsável por 10% do PIB da cidade. Já a indústria de softwares não para de crescer, tornando Berlim um importante centro de desenvolvimento tecnológico.

 

Um dos mais importantes festivais de cinema do mundo é o de Berlim, inaugurado em 1951. O prêmio máximo do festival – concedido pelo júri aos melhores filmes, atores e atrizes – é o troféu Urso de Ouro.

 

Com a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, em 1945, Berlim foi dividida entre os seguintes países: União Soviética, Reino Unido, França e Estados Unidos. O detalhe é que a cidade ficava em território alemão invadido pelos soviéticos.

 

Berlim Ocidental era capitalista e a Oriental, totalmente comunista. A passagem de alemães era bastante comum antes da construção do muro, geralmente atrás de empregos. Mais de um milhão de orientais emigraram para o lado ocidental.

 

A fronteira entre Berlim Ocidental e Oriental começou a ser fechada em agosto de 1961. Do dia para a noite, surgiram diversas barricadas no local onde seria erguido o muro.

 

O Portão de Brandenburgo, onde os alemães comemoram a conquista da Copa do Mundo de 2014, ficava do lado oriental. Não passava de um símbolo arquitetônico da dividida Berlim.

 

Dizem que o fim do muro ocorreu meio por acaso, quando um jornalista interpretou mal um comunicado do governo da Alemanha Oriental e noticiou uma abertura das fronteiras (lembrando que países como a Hungria também haviam liberado as suas fronteiras com o Ocidente).  Horas depois, milhares de alemães de ambos os lados começaram a forçar a queda da barreira e mudando não só a história da Alemanha, mas de toda a Europa.

 

Um funcionário de uma empresa de construção de Berlim comprou um pedaço de 150 metros do muro para triturá-lo e oferecê-lo como souvenir. Os pedacinhos são ainda hoje vendidos com certificado de garantia.

 

Oito meses após a queda, o músico britânico Roger Waters (diga-se, Pink Floyd) realizou à  convite das autoridades da nova Berlim um show chamado The Wall junto ao Portão de Brandemburgo. O evento reuniu um público de 40 mil pessoas e foi transmitido ao vivo para dezenas de países.

 

Ainda existem algumas diferenças entre os cidadãos dos dois lados da antiga fronteira. Tanto que um em cada quatro alemães afirma que gostaria que o muro fosse reconstruído.

 

Fontes: Wikipédia, Viagem e Turismo, Super Interessante, Catraca Livre, Folha de S. Paulo, Terra.

 

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