Aipim, macaxeira ou mandioca, não importa o nome, ela é consumida em todo o Brasil. Transformada em farinha ou apenas frita, não há quem resista a essa raiz. Nós separamos algumas curiosidades que você provavelmente não sabia sobre a mandioca. Veja abaixo.

 

A mandioca é uma raiz comestível do gênero Manihot e da família Euphorbiaceae (euforbiáceas). As plantas do gênero Manihot são originárias das Américas.

 

Acredita-se que a mandioca seja propriamente originária da Amazônia, de onde se disseminou para o restante do continente.

 

A mandioca é atualmente bastante consumida na África, sendo o alimento básico da população de alguns países.

 

O nome da mandioca varia de acordo com a região do Brasil. No Sudeste é conhecida como mandioca e no Sul, como aipim. Nas regiões Norte e Nordeste é chamada de macaxeira ou aipim. No Rio de Janeiro é também chamada de aipim.

 

A safra da mandioca ocorre entre os meses de janeiro a julho.

 

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais do produto, com 23 milhões de toneladas anuais.

 

Mandioca veio do termo tupi mãdi’og, que significa “casa de Mani” (Mani é uma deusa indígena que teria se transformado na mandioca). “Aipim” origina-se do tupi ai’pi’. “Macaxeira” veio do tupi maka’xera.

 

A farinha de mandioca já era preparada e consumida pelos índios brasileiros antes da descoberta da América. Os primeiros europeus que aqui chegaram se espantaram com a fartura de farinha.

 

A mandioca comum não é tóxica e pode, portanto, ser consumida sem maiores problemas. Mas existe uma variedade chamada mandioca-brava que, devido à qualidade do ácido cianídrico (uma substância venenosa presente nesse tipo de planta), pode até matar.

 

Você sabia que existe uma aguardente de mandioca chamada cauim? O curioso é que durante o preparo, os índios – que já consumiam a bebida quando os primeiros europeus aqui chegaram – cozinham, mastigam e cozinham novamente a mandioca para a fermentação. Quer dizer, eles utilizam a própria saliva para ajudar a fermentar o produto.

 

Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) desenvolveram recentemente um filme plástico à base de amido de mandioca. Desenvolvido para guardar alimentos, o plástico é biodegradável e comestível.

 

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