Seres humanos normalmente possuem 32 dentes, sendo 16 na mandíbula e 16 no maxilar.

 

Os dentes de leite surgem até os seis anos de idade. Normalmente são 10 dentes na mandíbula e 10 no maxilar.

 

O último dente a “crescer” é o siso, que aparece por volta de 21 anos (e, por isso mesmo, é chamado de “dente do juízo”).

 

A cárie é a segunda doença mais comum depois do resfriado.

 

Dentes rachados ou lascados podem contrair cárie com maior facilidade.

 

Uma cárie pode levar até oito anos para progredir do esmalte até a dentina, a parte mais interna do dente.

 

A raiz do dente pode ser afetada pela cárie. Isso ocorre quando a gengiva retrai em virtude do envelhecimento e deixa parte da raiz exposta. E como nessa região não existe esmalte, o dente fica menos protegido. É a chamada cárie radicular, comum em pessoas com mais de 50 anos.

 

Indígenas e não-ocidentais desenvolvem menos cáries, e por um motivo bastante óbvio: eles consomem menos açúcar do que os ocidentais.

 

A gengivite é uma inflamação da gengiva causada por bactérias. Entre os sintomas mais comuns estão o inchaço, a vermelhidão o sangramento da gengiva. Se não for tratada, pode provocar problemas mais graves.

 

O tratamento de canal deve ser feito quando a polpa do dente é atingida por alguma inflamação irreversível ou fica exposta. Essas infecções devem ser tratadas porque podem atingir outras partes da boca e em alguns casos, provocar problemas cardíacos.

 

Ranger os dentes pode provocar rachadura ou queda dos dentes. Eles também podem quebrar. Esse tipo de problema é normalmente chamado de bruxismo.

 

Não tem jeito, os dentes sempre escurecem com o passar da idade. Alguns alimentos e bebidas, no entanto, podem fazer com que percam o branco do esmalte com maior rapidez. É o caso dos refrigerantes.

 

Quando alguém possui mais dentes do que o normal, diz-se que tem um problema chamado hiperdontia. Os dentes que surgem a mais são chamados de supranumerários.

 

A anestesia para extração de um dente ou outro tipo de tratamento não é tão inocente quanto os dentistas querem levar a crer. Entre os problemas que ela pode causar estão: hematomas, dificuldades para piscar, e em casos mais raros, arritmia cardíaca.

 

Para boa parte dos dentistas, a melhor escova é aquela que tem a cabeça pequena. Isso porque ela consegue penetrar mais fundo na boca e escovar melhor os dentes de trás.

 

Uma última curiosidade: ainda existem dentistas de rua em países como a Índia. A extração do dente é normalmente feita na rua mesmo, com acessórios sem a mínima higienização.

 

Fontes: Wikipédia, Segredos do Mundo, Mundo Estranho, Folha de S. Paulo, Sorrisologia.

 

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