O nome Jamaica veio de Xamaica que significa na língua aruaque (que era usada pelos antigos habitantes da ilha) “terra dos mananciais”.

 

Não é à toa que a Jamaica é a “terra dos mananciais”. Seu território é rico em cachoeiras, rios e cursos d´água.

 

Você sabia que a Jamaica é o terceiro país anglófono – ou seja, de língua inglesa – das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos e Canadá?

 

Outra curiosidade: você sabia que a Jamaica já foi propriedade privada da família do descobridor Cristóvão Colombo?

 

Por falar em Cristóvão Colombo, pode-se afirmar com toda a certeza que o território da atual Jamaica foi o segundo das Américas descoberto pelo genovês aventureiro.

 

A Jamaica deixou de ser colônia espanhola em 1655, quando passou para o domínio da Grã-Bretanha.

 

A Jamaica fez parte de uma federação que reunia diversos países caribenhos chamada Federação das Índias Ocidentais. Entre as atuais nações caribenhas que a integravam estão Trinidad Tobago, Santa Lúcia, Barbados, Dominica, São Vicente e Granadina e Ilhas Caiman, entre outras. A Jamaica só se tornou totalmente independente em 6 de agosto de 1962.

 

As cores da bandeira jamaicana são verde, amarelo e preto. O verde representa a riqueza agrícola; o amarelo representa as riquezas naturais do país; já o preto, representa a criatividade e a força do povo da Jamaica. Diz-se também que o verde simboliza a esperança e o amarelo, a luz solar.

 

Poucas pessoas sabem, mas a Jamaica é membro associado da Comunidade Britânica e é uma monarquia constitucional. A Monarca é a rainha Elizabeth II, do Reino Unido.

 

A Jamaica é um dos principais destinos turísticos do Caribe. E não é sem motivo: além do clima quente (do tipo tropical oceânico), o país possui algumas das mais paradisíacas praias da região.

 

As principais cidades da Jamaica são Kingston (a capital do país), Spanish Town, Portmore e Montego Bay. Quase 1/3 dos 2,7 milhões de jamaicanos reside na região de Kingston.

 

Por falar em população, a maior parte dos jamaicanos é descendente de escravos africanos (75%). Há também muitos descendentes de europeus, ameríndios e indianos.

 

Apesar do rastafarismo ser normalmente associado a esse país, apenas 10% da população é rastafari. A grande maioria dos jamaicanos é cristã ou não possui filiação religiosa.

 

O rastafarismo nasceu na Jamaica e idolatra o líder etíope Haille Selassie. Em geral, os “rastas” são naturalistas, vegetarianos, pregam a paz entre os povos e veneram a cultura africana. Dizem que a verdadeira origem da palavra rastafari é aramaica e significa “príncipe da paz”.

 

O cantor jamaicano Bob Marley era adepto da religião rastafari. Pode-se, inclusive, dizer que ele era um missionário rasta, trabalhando para que a religião fosse conhecida internacionalmente. Em suas canções, Marley pregava fraternidade e paz para toda a humanidade. Antes de morrer ele foi batizado na Igreja Ortodoxa da Etiópia com o nome Berhane Selassie.

 

Desenvolvido a partir do ska e do rocksteady, o reggae é um estilo musical típico da Jamaica. Seus maiores representantes são, além do próprio Bob Marley: The Wailers, Prince Buster, Peter Tosh, Wayne Wade e Lee Perry, entre outros.

 

O país atrai milhares de fãs de reggae. Os turistas podem visitar o museu dedicado a Bob Marley, a casa onde o artista viveu e até seu túmulo. Ele pode também assistir a um dos grandes festivais de reggae que acontecem na Jamaica, como o Reggae Sum Fest.

 

Um dos pratos típicos da Jamaica é o jerk ckicken, um frango assado preparado com limão e especiarias picantes.

 

As principais fontes de riqueza da Jamaica vem da mineração (principalmente da bauxita, minério abundante na ilha) e do turismo.

 

Uma última curiosidade: você sabia que a maconha é desde 1913 proibida na Jamaica?

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