O Templo de Salomão foi a mais importante edificação da antiga cidade de Jerusalém. Foi construído e destruído duas vezes. A primeira vez em que foi destruído foi durante a invasão de Israel pelos babilônios. Veja nas linhas a seguir algumas curiosidades e fatos interessantes sobre o templo.

 

O Templo de Salomão foi o primeiro grande Templo de Jerusalém, construído por Salomão, filho e sucessor do rei Davi. Consta que Salomão teria começado a construção no quarto ano de seu reinado. Ela teria demorado sete anos para ficar pronta.

 

O templo só não foi construído por Davi porque, segundo as narrativas, Deus não teria permitido. Mesmo assim, Davi escolheu o local para sua construção: o monte Moriah, em Jerusalém.

 

O templo foi totalmente construído em pedra e madeira. A madeira mais utilizada teria sido o cedro, trazida do Líbano pelos operários a mando de Salomão.

 

De acordo com os relatos, Salomão teria oferecido 120 mil ovelhas e 22 mil bois em sacrifício durante a inauguração do templo, em celebrações que duraram sete dias.

 

Uma das salas do templo era chamada de Santo dos Santos, onde permanecia guardada a Arca da Aliança. O acesso era permitido somente a um dos sacerdotes, que cumpria todo um ritual antes de entrar nela. O Santo dos Santos era separada do restante do templo por uma cortina de linho.

 

O sacerdote entrava no Santo dos Santos apenas uma vez por ano. O detalhe é que ele entrava atada numa corda para, caso morresse lá centro, ser puxado para fora sem por em risco a vida de ninguém.

 

A sala principal possuía paredes douradas e ricamente decoradas com desenhos de flores e querubins. Possuía ainda 10 candelabros gigantes, cinco de cada lado. As portas possuíam desenhos de palmeiras (significando vitória) e querubins (significando a presença de Deus).

 

O período de maior movimento era a Páscoa, quando os judeus celebravam a saída do povo hebreu do Egito.

 

Consta que o Templo de Salomão teria sido destruído em 586 antes de Cristo por ordem do imperador babilônico Nabucodonosor II, após dois anos de cerco a Jerusalém.

 

A construção do Segundo Templo só ocorreria 70 anos depois, após retorno dos judeus do cativeiro da Babilônia. A sua construção teria sido ordenada pelo rei Ciro, da Pérsia, que destroçou os babilônios e autorizou a volta dos judeus para a sua terra.

 

O Segundo Templo só teria ficado totalmente pronto durante o reinado de Herodes I, no século I antes de Cristo (na verdade, ele fez algumas reformas). Foi esse templo que Jesus teria visitado.

 

O Segundo Templo teria sido destruído pelos romanos durante a revolta judaica do ano 70 depois de Cristo, restando apenas parte das suas muralhas, conhecida atualmente como Muro das Lamentações.

 

O Muro das Lamentações seria o único vestígio do segundo templo, ou Templo de Herodes. É considerado um dos locais mais sagrados do judaísmo. Os fieis utilizam o Muro para orar e depositar seus desejos por escrito em suas frestas.

 

O Monte do Templo – ou seja, o lugar onde ficavam os dois templos antigos – é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos. É lá que se encontram a mesquita Al-Aqsa e o Domo da Rocha, um dos lugares mais sagrados islamismo.

 

O Domo da Rocha, ou Mesquita de Omar, seria o local onde Abraão teria oferecido seu filho em sacrifício a Deus. Teria sido nesse lugar também que o profeta Maomé teria realizado a Al Miraj (a viagem aos céus).

 

Fontes: Wikipédia, Aventuras na História, História Viva.

 

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