Os animais da ordem Diprodontia são encontrados somente na Oceania, mais propriamente na Austrália. Chamam-se diprodontes os mamíferos marsupiais – lembrando que são espécies que possuem uma bolsa chamada marsúpio – que tem dois incisivos na mandíbula inferior. Os mais conhecidos são cangurus e os coalas.

 

Esqueça essa história de que os cangurus são todos iguais. Na verdade, existem em torno de 30 espécies desse tipo de animal, algumas bastante curiosas. É o caso do dingiso, um canguru avermelhado que vive em árvores. Aliás…

 

Não existem cangurus somente na Austrália. O dingiso é uma espécie natural das florestas de Papua Nova Guiné e Nova Guiné.

 

As espécies mais comuns de cangurus são o canguru vermelho e o canguru cinza.

 

O bebê canguru nasce com míseros dois centímetros de comprimento (é menor do que muitas espécies de insetos). Ele praticamente se arrasta até o marsúpio da mãe, onde permanece até crescer o suficiente para se aventurar sozinho no mundo no mundo exterior.

 

Quando se encontram pela primeira vez, os cangurus se cumprimentam tocando o nariz um do outro.

 

Outra curiosidade bastante interessante sobre os cangurus é que eles não conseguem saltar para trás.

 

A cauda do canguru serve como um membro que dá equilíbrio quando ele salta.

 

Os cangurus brigam entre si e se defendem de agressores com patadas. Uma única patada de um canguru-mirim é capaz de derrubar um homem.

 

O salto de um canguru adulto saudável pode atingir os 8 metros de extensão e cerca de 2 metros de altura. Um canguru em fuga, por sua vez, pode chegar a 30 quilômetros por hora.

 

O canguru não é só o animal-símbolo da Austrália. Ele é presença constante no logotipo de várias empresas e produtos de origem australiana.

 

Existem entre 15 e 50 milhões de cangurus na Austrália. Por isso, o governo autoriza o abate como uma forma de conter a superpopulação. O abate é autorizado através de um sistema de cotas baseada no tamanho da população desse animal.

 

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